O Ricardo Timm de Souza enviou e-mail sobe o novo livro do Zygmunt Bauman, Legisladores e Intérpretes: Sobre modernidade, pós-modernidade e intelectuais.
Sinopse:
Qual o papel dos intelectuais no desenvolvimento cultural de seu tempo? A pergunta que intrigou e ainda intriga tantos pensadores é respondida de forma brilhante por Bauman. Partindo da natureza da cultura nos períodos que se convencionou chamar de modernidade e pós-modernidade, ele examina a formação da categoria de intelectual e sua progressiva passagem da função de legislador à de intérprete.
Na modernidade, o intelectual tinha a tarefa de formar os homens. Sua função de legislador era legitimada pelo conhecimento superior sobre as coisas do mundo e decisiva para o aperfeiçoamento da ordem social. Na pós-modernidade, o intelectual é caracterizado pelo trabalho de intérprete: procura facilitar a comunicação entre indivíduos, atuando como uma espécie de negociador em tempos de globalização e de afirmação de diversidades. Um livro fundamental para a compreensão de nossa época.
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domingo, 10 de outubro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Conversas sobre o Tempo
Disponibilizadas no site do Museu de Ciências e Tecnologias da PUCRS as gravações do seminário Conversas sobre o Tempo (clique aqui).
Destaco as participações do professores Ricardo Timm de Souza e Juremir Machado da Silva, no dia 27 de agosto.
Destaco as participações do professores Ricardo Timm de Souza e Juremir Machado da Silva, no dia 27 de agosto.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Transformações Silenciosas
François Jullien, um dos filósofos franceses mais importantes da atualidade, falará sobre As Transformações Silenciosas e o Diálogo Cultural entre Oriente e Ocidente, no dia 30 de Setembro, quinta-feira, 19h, na Sala II do Salão de Atos da UFRGS.A palestra abre o sétimo módulo do ciclo Mal-Estar na Cultura, coordenado pela Profa. Kathrin Rosenfield.
Como o evento contatará com o sistema de tradução simultânea, as inscrições são limitadas e terão o valor de R$ 30,00.
Inscrições pelo site: http://www.malestarnacultura.ufrgs.br/ e pelo e-mail difusaocultural@ufrgs.br.
sábado, 19 de junho de 2010
Justiça em seus Termos
Lançado o mais recente livro do Timm, "Justiça em seus Termos: Dignidade humana, Dignidade do Mundo".Conforme escrevi para a contracapa: "Ricardo Timm de Souza é, inegavelmente, um dos grandes pensadores nacionais. Sua atuação acadêmica no campo da filosofia, sua formação em música e sua vocação literária permitem que sua visão sobre os problemas da cultura seja altamente refinada. Interpreta a complexidade das questões contemporâneas com profundidade e sensibilidade ímpares, motivo pelo qual o seu olhar sobre a Justiça – tema do mais recente livro – abre inúmeras possibilidades, sobretudo aquela da necessidade de encontro entre seus protagonistas permeado pela ética.”
Clique aqui para adquirir.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Ética e Genética; Walter Benjamin; Judiciário

O tema da ética na pesquisa me interessa bastante, sobretudo em tempos de neurocriminologias.
Ao pesquisar sobre o tema encontrei material nos Dossiês da USP - Revista da USP.
A publicação é antiga (1995), mas os textos do Dossiê Ética e Genética são de grande valia e a discussão é fértil. O material está disponível na web (clique aqui).
No mesmo local, interessante publicação sobre Walter Benjamin (clique aqui), de 1992.
No mesmo sentido o Dossiê Judiciário, igualmente disponível (clique aqui), de 1994.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Viver sem Tempos Mortos

Há tempos queria escrever sobre a peça "Viver sem Tempos Mortos", que vi com a Mari no Rio de Janeiro, em outubro.
O material publicitário anuncia no Teatro Fashion Mall (Sala 2), espetáculo baseado em cartas escritas por Simone de Beauvoir para seu marido, Jean-Paul Sartre. De quinta a sábado, às 21h30m, e domingo, às 20h. Nos créditos: Texto de Simone de Beauvoir; Direção: Felipe Hirsch; Atriz: Fernanda Montenegro - "A encenação tem como base cartas e apontamentos autobiográficos da escritora, pensadora e ensaísta Simone de Beauvoir", diz o panfleto comercial.
Ocorre que ao entrar na sala o público se depara apenas com uma cadeira no centro de um palco vazio, iluminada por uma luz direta que permite ao espectador concentrar-se, exclusivamente, na atriz. Este é o cenário no qual Fernanda Montenegro, durante mais de uma hora, protagonizará Simone de Beauvoir. Vestida com calça social cinza e camisa branca, utilizando corte de cabelo insistentemente masculino, Fernanda Montenegro narra, na primeira pessoa, a vida de Simone de Beauvoir. A interpretação é superlativa, cuidadosa com cada detalhe, cada movimento, cada impostação vocal.
Na peça a platéia se envolve muito pouco com o "universo filosófico" de Beauvoir e Sarte. O que realmente interessa é o encontro amoroso e as dores que a vida causa aos amantes.
"Viver sem Tempos Mortos" não é apenas o título da peça, trata-se de slogan, hino que a juventude francesa bradava durante as manifestações contraculturais de maio de 68. Juventude que afirmava a vida contra o tédio.
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