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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Criminologia de Garagem # 1

8 comentários:

Davi Tangerino disse...

Mais uma vez, muito bacana.

Eduardo Schmidt Jobim disse...

Excelente Salo, curti muito mesmo. Tchê, assistindo o programa lembrei de um livro do Warat intitulado Surrealismo Jurídico, não sei se tu já leste. Aliás, quem me emprestou foi o Titi(João Luiz) Roth artista plástico aqui de Santa Maria, amigão, que tem um trabalho magnífico (muito amigo do Tiagão Torriane). Mas acho que é um livro que voces poderiam comentar num programa. Abração e quando aparecer por Santa, liga!

Guilherme Augusto disse...

Bah, achei ótimo! Muito mais dinâmico e os links entre banda e a discussão foram bem trabalhados. Acabei de assistir o vídeo e fiquei pensando algumas coisas. Num determinado momento, o Felipe fala que a criminologia é fragmentária. Pensando nessa fragmentariedade, ela não seria uma fragmentariedade dos discursos que se entrelaçam numa ideia de criminologia? A fragmentariedade desses discursos não estaria naquilo que eles dizem (e deixam de dizer) a respeito dos acontecimentos que em alguns casos são chamados de crimes? Assim, os diversos discursos criminologicos, ao falarem sobre um algo, não estariam ao mesmo tempo produzindo esse algo a respeito do que falam? A fragmentariedade da criminologia não seria assim a fragmentariedade das formas como cada um desses discursos constroem seus objetos? O que está (pressu)posto no discurso criminológico não seria a produção de sentidos a respeito desse objeto produzido? Assim, é possível uma criminologia que não produza um discurso sobre o crime (e, logo, o próprio crime)?

SC disse...

muitas questões guilherme. e bem postas. vamos abordá-las nos próximos programas, certamente.
dudu, o livro é 'manifesto do surrealismo jurídico'. grande livro.
abração

Thiago disse...

Show de bola!!!

Mutantes é a verdadeira – junto com o Raul – proposta tropicalista de entrar em todas as estruturas (musicas ou não) e ao mesmo tempo sair de todas!

Saiu esta com algum tempo um documentário interessantíssimo sobre o Arnaldo Batista chamado Loik (nome de um dos seus discos)...

O documentário mostra bem a historia dos mutantes... Engraçado que eles perguntam a um produtor americano se ele prefere Beatles ou mutantes e ele disse: “mutantes”...

Não quero polemizar, mas o que os Beatles fizeram num álbum inteiro, os mutantes fizeram numa musica!

Como diz o diretor no documentário: quando duas bandas chegam num estado de criação sublime, a questão (mais uma vez) é de gosto...


Talvez no fundo o lócus da criminologia seja a transdiciplinariedade...e talvez por isso que ela seja o encontro de diversas ‘formas de saber’, no ódio ou no amor...

Seria como se todas as disciplinas virassem para criminologia e dissessem: “Eu sei que eu não faço nada
Mas eu gosto, gosto muito de você, de você, de você...
de vocêeee [...]Alimente essa que eu ainda
Vou transar com você, com você...
com vocêeee” –Mutantes

Marcelo Mayora disse...

Muito bacana.
Uma crítica: Mutantes com Zélia Duncan...

gabrieldivan disse...

Nao que para CONFIRMAR a VITORIA isso seja imprescindivel, mas o REVERBERAR que o 'programa' anda tendo nas redes sociais espanta e apenas coroa essa grande iniciativa. Parabens pela 15a - e certamente NAO ULTIMA - vez

(comentario identico ao feito no blog do Moyses - originalidade anda em falta)

Gilnei J. O. da Silva disse...

Car@s! Curti e, como fiz no primeiro, postei/compartilhei este programa lá no meu blog.

Ah, deixo a uma dica: “Cortina de Fumaça: você precisa ouvir o que eles têm a dizer”. É um documentário colocando em questão a política de drogas vigente no mundo, com foco nas suas consequências político-sociais em países como o Brasil.
|Disponível em < http://youtu.be/RAnFiyqcMb0 > |Sítio oficial www.cortinadefumaca.com|

É isso, valeu. Gilnei