Mostrando postagens com marcador Quadrinhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Quadrinhos. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Sobre Representações e Significados

O debate sobre a tira do Angeli rendeu muitos comentários. E isso é muito bom, pois demonstra que temos muito o que conversar sobre este tema.
Eu e a Mari discutimos muito sobre a tira e os comentários - inclusive porque ela havia sugerido a publicação.
E pensamos como a questão da violência de gênero, fruto do machismo impregnado em nossa sociedade falocêntrica, ainda seja tratado com certo grau de normalidade.
Neste sentido, pensamos que se o tema fosse transposto para questões históricas mais contundentes, onde a normalização da violência atingiu graus patológicos de violência genocida, fosse possível encontrar chaves de leituras que auxiliassem a análise do caso.
Pensamos como seria a reação se cena similar tivesse como vítimas da violência judeus, negros, (i)migrantes, gays, lésbicas, travestis, transgêneros.
A pergunta que nos colocamos é se a reação não seria de total indignação por serem violências que saíram do estado (patológico) de normalidade, atingiram grau superlativo e foram compreendidas como limites éticos que não podem ser ultrapassados. Em outros termos, constituíram-se como limites de intolerabilidade à tolerabilidade máxima.
Uma hipótese para um quadrinho fictício:
Cena 01: Judeu em uma sala de espera de um consultório médico e comenta com um Skinhead: "A medicação que ando tomando para asma não está melhorando muito minha respiração, me sinto ainda sufocado e isto me incomoda."
Cena 02: Skinhead saca gás lacrimogênio e sufoca o Judeu.
Cena 03: Skinhead, sarcasticamente, ironiza: "Pronto! Não tem do que reclamar. Faltava memória histórica."
Seria possível entender a tira fictícia como ironia, sarcasmo politicamente incorreto ou caricaturização?
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Quadrinhos Punitivistas e Violentos: Criminologia Cultural
Hulsman, no imperdível "Penas Perdidas", destacava a importâncias dos Comics (Quadrinhos) na formação da cultura violenta e punitivista.
Sempre gostei do Angeli. Para falar a verdade, sempre fui fã do Angeli. O cara sempre representou ser, desde o meu ponto de vista, um grande crítico da cultura contemporânea.
Mas o cara deu uma pisada feia na bola, daquelas que coloca seu trabalho em questão.
Trata-se da tira publicada em 26.01.10 na Folha de São Paulo.
Sempre gostei do Angeli. Para falar a verdade, sempre fui fã do Angeli. O cara sempre representou ser, desde o meu ponto de vista, um grande crítico da cultura contemporânea.
Mas o cara deu uma pisada feia na bola, daquelas que coloca seu trabalho em questão.
Trata-se da tira publicada em 26.01.10 na Folha de São Paulo.
Cena 01: "Mário, há anos que você não me toca!”. Cena 02: Porrada. Cena 03: “Pronto! Não tem do que reclamar!”
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Sentido da Vida
Final de Ano, vésperas de Natal, festas comemorativas, compra de presentes, retrospectivas, especial do "Rei" na Globo...
Momentos de pensar sobre a vida.
Excelente síntese encontrei no Aldeia Blogal, do meu parceiro (vidrado em Gibson's Les Paul) Guta Weigert, que escreve em aforismos.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)
