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quinta-feira, 4 de março de 2010

Sobre Despedidas


Despedidas são nostálgicas.
Estou nostálgico.

7 comentários:

Anônimo disse...

Salo: Fiquei dez anos ao teu lado na PUCRS. Ombro contra ombro, lado a lado, lutando por um direito crítico e um direito penal liberal. Tivemos muitos eventos juntos, boas experiências, várias discussões, fizemos amigos, e tive a honra de ser professor homenageado numa turma paraninfada por ti. Os 60 anos da PUCRS e os mais de 10 do PPGCRIM tem tua a marca, a tua contribuição. É inegável. Na PUCRS nasceu o ITEC, sempre sob tua batuta, já que fostes professor de todos nós. Também estou nostálgico, aliás, estou triste por não te ter mais na PUCRS, ao menos todos os dias. Mas sei que a vida é desafio. E o defasio é a tua cara, meu irmão. Então, te entendo, te admiro, e sou muito grato por tudo. Fui teu aluno, teu colega e teu coordenador. Sou testemunha da tua vivência acadêmica e do teu compromisso. Difícil escrever tudo isso daqui, do meu gabinete na PUCRS e ao lado dos nossos colegas e amigos. Sorte! Xande Wunderlich

FCMO disse...

Estou escrevendo de guarda-chuva para não molhar a minha careca com as lágrimas do X.W. - que, sem a menos sombra de dúvidas, estão pingando.
Velho, tu és um merda!! Agora que entrei tu vais embora!! Ei, Salo, vai tomá no cú!!
A nostalgia é a companheira que nos obriga a fazer ver que a vida valeu a pena. Se ela não caminha conosco, percebemos que há momentos da vida que não fazem sentido. Tens nostalgia pelo muito que fizeste! És credor dos nossos títulos meu irmão!!
Um dia, um grande amigo meu, um professor, um cara fora de série, me disse mais ou menos assim: - Tenho saudade daquilo que ainda vou viver!!
Aprenda contigo!! E não esqueça nunca da primavera entre os dentes!

Mari disse...

E eu, por minha vez, já sinto a tua falta na Ritter, Feli. Mas a vida é assim mesmo: idas, vindas, nostalgias. Quanto ao Salo, não me sinto legitimada a dizer nada. Ou melhor, talvez seja legitimada demais e imparcial de menos, por isso me calo. Só não posso deixar de referir o que os bancos acadêmicos da PUC fizeram por nós dois.E isso lattes nenhum é capaz de demonstrar...

SC disse...

Vcs três são phóda!
SC

Raffaella disse...

Certamente não sou tão legitimada quanto estes três para falar deste teu momento, mas assim como eles, sinto-me nostálgica e feliz por ti. Também me sinto feliz por ter sido tua aluna na PUC, ainda que tardiamente, no Mestrado. Em compensação, na graduação, ainda que não tenha sido tua aluna, tive a sorte de participar do teu grupo de estudos, experiência que resignificou minha trajetória acadêmica, responsável não só por ter despertado em mim o gosto pelas 'ciências criminais', mas também, e acima de tudo, por ter me trazido dois amigos tão queridos, Mari e tu.
Salo, admiro muito tua capacidade mutante e o teu gosto por novos desafios.
Desejo-te sorte, pois teu sucesso neste novo desafio é garantido!
Beijão!

Dione Poisl (Noni) disse...

Sair da Puc? Não mais professor? Como assim? ...
Entrei no blog e estou de cara...
Será por uma boa opção, eu deduso.
Qual seja, desejo realização.
Abraço
Dione

SC disse...

Dione, querida, se tenho uma certeza na minha vida é a academia, ou seja, continuarei lecionando. Mas estou de mudança, trocando de casa.
Abraço
SC